UNITA reconhece a boa acção de João Lourenço  no período de 2017-2019 porém pede a concertação política

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Foi na Declaração Política Trimestral do Grupo Parlamentar da UNITA proferida ontem,21, na Assembleia Nacional, onde o maior partido na oposição, UNITA, expressou-se satisfeito quanto as boas acções do PR João Manuel Gonçalves Lourenço, durante o período de 2017-2019.Na sequência disso, o partido de ACJ, pede concertação política das acções que têm estado a ceifar medo e hostilização no seio dos angolanos, alvos de qualquer acção política.


Por Mateus Bazonga

Em 2017 o País elegeu o Presidente João Lourenço para Presidente da república. Para o Grupo Parlamentar da UNITA, as primeiras medidas, as primeiras decisões políticas que foram realizadas pelo Senhor Presidente da República, galvanizaram o país, e exultaram a todos, houve passos concretos no sentido da abertura democrática: a comunicação social tornou-se mais plural, o ambiente de competição, a sociedade abriu-se. Era a concretização de um sonho que tinha sido adiado “a todos nós fez bem”. Portanto, o galo acredita que até aqui, neste período em referência, o país marcou passos.

Ao contrário disso, o Grupo Parlamentar da UNITA, aponta que, em 2020 o país começou a andar para atrás. “O primeiro acto de retrocesso democrático foi feito aqui nesta sala. Tomou posse um presidente da Comissão Nacional Eleitoral que não reunia os requisitos legais e morais. Caminhamos para um ambiente de hostilização. Manifestações violentamente reprimidas, assassinato de jovens. Em 2021 o ambiente de medo instalou-se. A competição política que devia ser leal que devia ser a disputa de ideias, foi substituída pelo assassinato de carácter de líderes, pela demonização de adversários políticos. Voltamos a viver num clima de medo, num ambiente de afastamento”, disse.

O Presidente do GPU, considerou que estamos a caminhar para as eleições de Agosto de 2022, mas o ambiente é de medo, é de temor. Liberty Marlin Dircéu Samuel Chiak, assegurou, que, “o que mais os investidores precisavam de ver é um clima de competição política saudável que possa atrair e que possa incentivar tanto investidores internos como externos colocarem aqui os seus recursos para gerarem emprego, promoverem emprego e promoverem o crescimento. Não é isso o que está a acontecer”, alegou.

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