Soares Francisco critica empresas produtoras de álcool em gel no país

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Por Isidro Kangandjo

As empresas produtoras de álcool em gel no país, foi hoje criticada pelo político António Francisco Soares por estes supostamente se apoderarem da pandemia para o enriquecimento assustadora disponibilizando produtos de higienização com preços bastantes elevados no mercado nacional.

Falando no Portal Factos Diários, eo político da CASA-CE alega que os 500,00 kwanzas cobrado em cada pequeno frasco, visa apenas disponibilizar os produtos nos cidadãos com mínimas condições de vida enquanto as pessoas miseráveis ficam sem usar esse bem recomendado pela OMS e Ministério da Saúde de Angola.

“O número de pobreza aumentou consideravelmente e muitas pessoas que circulam nas artérias da cidade, são vendedores ambulantes e estes ficam em locais de maior aglomeração de pessoas nos mercados e nas paragens de táxi, por isso, seria bom que as empresas produtoras de álcool em gel como fábricas Basel, Palm Confecções e a Contraven, pudessem disponibilizar os seus produtos com preços baixos para que todos os cidadãos possam possuir esse produto fora de casa”, apelou.

Mercados informais de Luanda

António Soares Francisco, recomenda o Ministério do Comércio e IGAPE para juntos encontrarem um denominador comum no equilíbrio de preços uma vez que o momento é de ajudar e não explorar.    

De acordo com  o Instituto de Gestão de Activos e Participações do Estado (IGAPE),reconhece que o  produto que teve uma “grande”  aderência da população viu   o seu preço disparar tão logo foram anunciados os primeiros casos positivos de coronavírus em Angola, a 21 de Março de 2020.

O chefe do Departamento de Acompanhamento dos Preços e Subsídios do IGAPE, Raimundo Santa Rosa, falando a propósito do Decreto Executivo  do Ministério das Finanças que alista  os bens medico-medicamentosos para prevenção e tratamento do coronavírus nos preços vigiados, disse que  na segunda metade  de Março os materiais de  biossegurança viram  o preço passar de  50 para  300 kwanzas, uma variação na ordem dos 500% e actualmente o fracos de álcool em que custava 100 kwanzas, está no valor de 500 kwanzas.

A  Inpecção-Geral Saúde, em colaboração com a do Comércio e o Serviço de Investigação  Criminal, foram orientados a fiscalizar  o cumprimento do estatuído no diploma legal. Apesar de cumprir com a orientação, os preços dos produtos continuam altos e muitos cidadãos não conseguem cumprir com as medidas de prevenção quando estão fora de casa.

De lembrar que o Ministro da Indústria e Comércio Victor Fernandes, visitou fábricas de produção de álcool em gel e máscaras no dia 14 de Abril do ano em curso no Pólo Industrial do município de Viana na Zona Económica Especial.

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