Movimento independentista de Cabinda repudia acções das forças de Seguranças Angolanas     

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  Movimento Independista de Cabinda, repudia e condena a atitude da segurança do Estado Angolano em estar supostamente a arquitetar planos maquiavélicos contra a sua organização. A informação consta num comunicado enviado hoje, 09, ao Portal Factos Diários.


Por Redação do Factos Diários

NOTA DE REPÚDIO

Desde a sua publicação em 2018 que o MIC ( Movimento Independentista de Cabinda) se tornou num espinho no calcanhar de Luanda, pelo facto desta organização ter como pedra angular a luta pela independência de Cabinda. A sua notabilização  e o crescimento repentino tem tirado sono ao Governo angolano.

As subsequentes atividades sediciosas  realizadas por esta organização nacionalista, tem obrigado a deslocação secreta dos altos funcionários da Casa de Segurança do Presidente como também altas figuras do Ministério da Defesa para aquela colónia angolana, com intuito de recolherem dados que possam ser úteis na elaboração de planos nefastos contra os altos dirigentes do MIC e consequentemente causar  instabilidade  que possa por em causa a sobrevivência do movimento.

O passado serve-nos de aprendizado e, prova-nos que estamos a lutar com um regime sádico e sanguinário, que desde 1975 demonstrou o seu desinteresse em encontrar uma solução justa e duradouro sobre a questão de Cabinda. Razão pelo qual vai reciclando os seus métodos maquiavélicos (Memorandos, Amnistias e outros Quejandos) com “Animus nocendi” e fazer desacreditar a justa luta dos cabindas e o seu direito à independência nos grandes cenários políticos internacional.

À Segurança do Estado angolano, têm vindo a preparar um conjunto de planos macabros contra o MIC , isto é, aliciar ou assassinar os altos dirigentes do movimento, difundir falsas informações  para intoxicar a sociedade cabindesa, sobre a existência de várias fracções do MIC dentro e fora do território físico de Cabinda de maneira a deixar o povo desanimado, cético e acreditar que existem clivagens dentro da supracitada organização, tal como fez com a FLEC/FAC, que ulterior fez nascer a FLEC/Renovada no século passado.

Para  materializar este intento a Segurança do Estado na pessoa do Pedro Sebastião, tem vindo mobilizar efectivos do SINSE, Casa Militar, SIC e os seus lacaios cabindeses infiltrados na luta libertária de Cabinda e alguns ativistas cívicos avarentos.

O Bureau Político do MIC, tranquiliza o povo para manter a calma porque não existirá nenhuma fracção do MIC, existe apenas um MIC que é liderado pela V/Excelência Eng. Carlos Vemba.

A caturrice política angolana não nos assusta, porque o Governo angolano não tem cultura de dialogar e a insistir a agir assim estará a semear sementes venenosas que terá um saber agridoce nas futuras relações entre ambos os povos. Não tememos as investiduras de Angola venha o que vier responderemos com os meios que temos à disposição.

Em suma Instamos o Presidente João Gonçalves Lourenço a políticas próprias e não seguir as pegadas deixadas pelos seus antecessores e que solicite a arbitrariedade das Nações Unidas para solução do problema.

Cabinda, aos 09 de Março de 2021

 

Presidente Eng. Carlos Manuel Cumba Vemba

 

 

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