Escritores angolanos refletem em mesa redonda línguas, danças e ritmos artísticos nacionais

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O Centro de Estudos Literários Angolanos da União dos Escritores angolanos, está a promover de 3 a 7 de Novembro o IIº Encontro de Língua, Arte e Pensamento. A mesa redonda denominada “ritmos e Travessias actantes nas Línguas e Artes é realizada no âmbito das comemorações do dia internacional do escritor africano, celebrado a 7 de Novembro.


Por Redação do Factos Diários

O evento denominado, “Nkodya dya Mpangu”: Encontros de Artes e Pensamento” tem como objectivo principal a promoção de uma discussão abrangente em torno das línguas e das literaturas em Angola.

Tentar trabalhar por via deste encontro a sensibilidade que os textos dos escritores angolanos trazem por via dos diferentes temas que atravessam os painéis, refere Abreu Paxe, Curador e Porta-voz do evento, para quem “muitos casos não serão abordados neste evento, mas se abrem as possibilidades para que se faça de imediato no futuro, reforçou.

A segunda edição do encontro do Centro de Estudos Literários Angolanos (CELA), é realizada com apoio institucional da União dos Escritores angolanos. Denominado “Nkodya dya Mpangu: Encontros de Artes e Pensamento”,  é realizado via digital através da plataforma zoom, no âmbito do dia Internacional do Escritor Africano, aborda entre vários aspectosligados a língua e acultura africana geral, e angolana d emodo particular as tapeçarias topológicas das várias experimentações do sensível em Angola, ao lado das forças criadoras do Brasil, de Portugal e de demais países africanos, como espaço de realidade multilingue e cujas vozes na poesia oral guardam elementos muito antigos que permanecem na entoação, nas cadeias da voz com misturas de novos ritmos e novos sons, no qual o Português, nesse espaço, convive com várias línguas, entre as bantu e não bantu como a dos koi e San, o tupi e/ou a Língua geral, assim como o Swaíli, o Árabe, o Francês e o Inglês.

Segundo Abreu Paxe, Escritor e Curador do evento, Escritores, Linguistas, Professores e Pesquisadores vão debater sobre as traduções culturais que enformam hoje África entre as dos povos primitivos os materiais da natureza, da cultura, da flora, da fauna e  do corpo.

A multiperceptividade de lugares em construção discursiva e tradutórias, focando também às questões de género e de raças. À diversidade também é debatida do ponto de vista dos criadores de textos judaicos, cristãos e islâmicos, bem como da pesquisa sobre a interculturalidade das tramas criativas e inventivos sobre sabores e saberes, além da memória histórica. Como contraponto a abordagem dos direitos linguísticos em Angola. O encontro apresentará cenários literários de países na Europa, África e na América Latina.

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