Edeltrudes Costa quer seu amigo (Riquinho) como infiltrado na tripartida

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Mais vez, o homem do Gabinete do Presidente da República, Maurício Fernandes Gaspar da Costa, entra no esquema como um dos elementos que tudo fazem para deixar os opositores do MPLA sem espaço mesmo quando o preço seja equivalente a um orçamento de uma província.


Por Isidro Kangandjo

 

Tudo começa com a revolta do empresário angolano Henrique Miguel Riquinho, proprietário da empresa CASA REAL que vem exigindo do Estado o pagamento da dívida de 30 milhões de dólares, resultante da organização do Afrobasketh 2007. Por causa da dívida, Riquinho colocou várias vezes o nome do MPLA e do seu Presidente João Lourenço no descrédito. Com o objectivo de silenciar o empresário, Edeltrudes Costa foi mais vez chamada para convidar o seu amigo de longa data e garantir o pagamento de uma parte da dívida.

 

Segundo uma fonte bem posicionada dos Serviços de Inteligência e confirmado por pessoas próximas de Riquinho, fizeram saber ao Factos Diários que há uma estratégia entre Riquinho e a Presidência da República subcontrolo de Edeltrudes da Costa de colocar um infiltrado na Frente Patriótica Unida.
Para o cumprimento desta estratégia, Henriques Miguel “Riquinho”, amigo e antigo vizinho de Edeltrudes Maurício Fernandes Gaspar da Costa Ministro e Director do Gabinete do Presidente da República, foi proposto, em troca de pagamentos das dívidas dos 30 milhões de dólares resultante de Afrobasketh 2007, Riquinho é apontado de ser uma peça fundamental para atender a estratégia da presidência uma vez que não existe na tripartida um partido ao serviço do MPLA.

Fruto desses encontros entre Aldetrudes Costa e Riquinho, terá resultado na criação de parceria entre Segunda Amões, em memória antigo PCA da aldeia Camela Amões no sentido de construir mais residências nas restantes aldeias do país e apostar nas fazendas no sentido de empregar mais jovens. Para alguns, a iniciativa foi traçada para silenciar o dono da CASA REAL para isso, ficou a garantia de receber um valor equivalente a 15 milhões de dólares e, em troca, empregar, numa primeira faze, mais de 300 jovens vindos de Luanda, centro e sul do país.

Apesar de existir um avanço na liquidação dos 30 milhões de dólares, Edeltrudes Costa e o departamento da acção psicótico do Governo, autorizaram, embora de forma leve, tecer críticas ao executivo e o seu presidente no sentido de ganhar credibilidade e ser chamado para integrar na Frente Patriótica Unida como empresário, mas exercendo o papel de informante do MPLA naquela organização.

Riquinho, disse recentemente na Rádio Despertar que enviou uma carta ao Presidente da UNITA, assim que responder poderá tratar com ele sobre a situação do país e o possível enquadramento da Frente idealizados por UNITA, BD e Abel Epalanga Chivukuvuku.

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