Comissão multissectorial foge prestar declarações sobre os gastos milionários ligado à Covid-19

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Associação para o Bem de Angola – PRO BONO ANGOLA,  que avalia o impacto negativo da pandemia da Covid-19 em Angola  na vertente político, social e económico, encontra barreira convidar membros ligados à comissão multissectorial.

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Por Amélia Rosa

A organização não governamental, sem fins lucrativos, fundada em 2016, com a missão de contribuir para a mudança da mentalidade dos cidadãos e defender/promover os legítimos interesses da sociedade Angolana nos domínios dos direitos humanos, da ética, da transparência e responsabilidade na gestão pública e não só, está preocupada com o silêncio das autoridades angolanas na declaração sobre os custos que estão sendo feito no combate à Covid-19.

O último relatório que o Governo Angolano apresentou, foi no dia 03 de Dezembro do ano passado na qual o Presidente Lourenço confirmou, na altura, que o país terá gasto 164,6 milhões de dólares no combate à pandemia de covid-19. De um tempo a essa parte, apenas vive-se de especulações com valor avaliado em mais de 300 milhões de dólares.

A bem da transparência, no dia 19 de Outubro do ano em curso, o Presidente da PRO BONO ANGOLA, Bartolomeu Milton, deu entrada de uma carta ao Ministro de Estado e Coordenador da Comissão Multissectorial para a prevenção e combate à Covid-19, General Francisco Pereira Furtado no sentido de participar numa mesa redonda e estes simplesmente demarcaram-se sem qualquer justificação.

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